A MV, líder em tecnologia para a saúde na América Latina, dá mais um passo pioneiro e transforma novamente a saúde pública de Goiás. O estado se tornou o primeiro do Brasil a implantar um Command Center, central tecnológica de monitoramento em tempo real, no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa beneficiará os usuários da rede estadual ao inovar a forma como os hospitais são geridos e como os pacientes são atendidos.

Com acompanhamento constante, a solução representa uma mudança estrutural na gestão dos atendimentos via SUS, agora realizada com foco em dados, interoperabilidade e gestão baseada em evidências. “Com o Command Center MV, Goiás está indo além da simples gestão de leitos e propõe um novo formato de gestão. Mais do que regular ocupações, o objetivo é alocar o paciente certo, no hospital certo, no tempo certo, reduzindo variabilidade, padronizando condutas e promovendo uma atuação sistêmica”, afirma Paulo Magnus, CEO da MV.
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A implantação da central de comando é parte do projeto de transformação digital da saúde do estado, conduzido em parceria com a MV. O avanço só foi possível porque já havia sido realizada a integração de 25 unidades de saúde com o mesmo prontuário eletrônico do paciente (PEP), também fornecido pela empresa.

“Com 4 mil leitos estaduais conectados em uma única base tecnológica sob guarda pública, o estado garante continuidade assistencial mesmo em cenários de troca de Organizações Sociais (OS). O que muda é apenas a chave de acesso, enquanto dados, protocolos e resultados permanecem íntegros e disponíveis”, completa Magnus.
Devido a essa estrutura, mais de 7 milhões de goianos passam a contar com um sistema inovador de acompanhamento assistencial. É uma mudança que reforça o pioneirismo da MV em levar modelos de excelência, já consolidados em grandes instituições privadas, para o setor público.
Com essa base, a saúde pública do estado do Centro-Oeste ativa sua central de comando com algoritmos preditivos, que calculam o risco de superlotação em tempo real a partir de indicadores como volume de entradas nas emergências, tempo de boarding de internação e taxa de ocupação. A plataforma classifica automaticamente o risco e, com base na memória de dados históricos, ainda indica quais dias da semana e meses do ano têm maior probabilidade de colapso, permitindo intervenções antecipadas e decisões estratégicas.
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Para mais informações, acesse: www.mv.com.br
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